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RESPOSTAS AGUDAS DE VARIÁVEIS CARDIOVASCULARES EM PACIENTES HIPERTENSOS SUBMETIDOS A UM PROGRAMA DE EXERCÍCIOS TERAPÊUTICOS.

Danielle da Silva Pinto Henriques; Rodrigo da Silva Fernandes; Leandro Alberto Calazans Nogueira

Resumo

Objetivo: Avaliar os efeitos pós tratamento e os benefícios da participação de pacientes hipertensos num programa supervisionado de exercícios terapêuticos. Método: Os pacientes foram submetidos a uma avaliação cinético-funcional; medições de peso e altura; análise da freqüência cardíaca de repouso (FCr) e aferição da pressão arterial (PA). A intensidade de treinamento era feita através do cálculo da freqüência cardíaca de treinamento (FCT), estabelecida entre 60% e 75% da freqüência cardíaca de reserva (FCR), e o valor de VO2 indireto demarcado através do freqüencímetro de pulso. Resultados: Houve redução dos valores de Freqüência cardíaca de Repouso, Pressão arterial sistólica e Pressão sistólica máxima com significante aumento de VO2 indireto após o período de intervenção. Conclusões: O programa terapêutico supervisionado obteve índices significativos quanto a mudança aguda das variáveis cardiovasculares.


Palavras-chave: Hipertensão; Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial; Frequência Cardíaca; Problemas e Exercícios; Serviço Hospitalar de Fisioterapia

NÓ VERDADEIRO DE CORDÃO UMBILICAL EM PARTO VAGINAL: RELATO DE CASO.

Fabiana ottoni batista; Priscilla Strucchi; Bernardo de Paula Acar; Lays Stefanie Silva Abreu; Vanessa Vaz de Mello Larivoir; Plínio Santos Ramos

Resumo

O entrelaçamento de cordão umbilical é uma condição rara, porém está relacionado a elevada morbidade e mortalidade fetal. Há poucas evidências na literatura que versam sobre o tema. Neste artigo, descrevemos um caso de nó de cordão umbilical e os aspectos relacionados em parto vaginal por meio de uma breve revisão de literatura.


Palavras-chave: Obstetrícia; Cordão Umbilical; Recém-Nascido

Avaliação da Microdureza Knoop de Cimentos Resinosos Fotoativados por Diferentes Modulações

Laura Firmo de Carvalho; Gabriela do Nascimento Sundqvist; Diogo de Azevedo Miranda

Resumo

INTRODUÇÃO: Com a inovação de técnicas e evolução dos materiais odontológicos, a indicação clínica das cerâmicas de baixa espessura pode ser feita com maior previsibilidade e confiança. Atualmente, cerâmicas de alta resistência tem sido confeccionadas com espessuras entre 0,3 e 0,5 mm, que são chamados de laminados cerâmicos ou lentes de contatos dentais.OBJETIVO: Avaliar a microdureza knoop da superfície de topo de dois cimentos resinosos: NX3 Light Cure(Kerr) e RelyX Veneer (3M ESPE), utilizados para a cimentação de lentes de contato, polimerizados por dois diferentes métodos de fotoativação.(High e soft)MÉTODO: Foi confeccionado um disco (0,3mm de espessura e 8 mm de diâmetro) de cerâmica IPS Empress e-max na cor B1. Sobre uma placa de vidro, foi colocada uma tira de poliéster e, em seguida, foi posicionada uma matriz cilíndrica de teflon com 6mm de diâmetro e 1mm de espessura, obtendo 40 corpos de prova (n=10). RESULTADOS: Independente do modo de fotoativação testado, o cimento Relyx Venner apresentou valores de microdureza significativamente maiores em relação ao cimento NX3. Outro resultado apresentado é que independente do cimento resinoso testado, o modo de fotoativação High obteve valores maiores em relação ao modo Soft. Em todas as análises foi considerado o nível de significância de 5%.CONCLUSÃO: Independente do modo de fotoativação testado, o cimento RelyX Venner apresentou valores de microdureza significativamente maiores em relação ao cimento NX3. Além disso, independente do cimento resinoso testado, o modo de fotoativação High obteve valores de microdureza maiores em relação ao modo Soft-Start.


Palavras-chave: Cimentos de Resina; Testes de Dureza; Cerâmica

Avaliação da capacidade funcional pós Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Zaqueline Fernandes Guerra; Carla de Morais Eduardo; Pérsio Ramiro Moreira Vieira Júnior; Priscilla Alvim Soares

Resumo

Fundamentação: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é um dano neurovascular que pode causar deficiências e limitações de tarefas, resultando em dependência funcional com impacto negativo na qualidade de vida. A capacidade funcional pode ser avaliada através de várias escalas e questionários, como a Escala de Katz, originalmente destinada a avaliar a capacidade funcional em idosos. Objetivo: Identificar a capacidade funcional de indivíduos pós AVC em estágio inicial de um protocolo de tratamento fisioterapêutico. Métodos: Trata-se de estudo descritivo e transversal, com amostra de conveniência de indivíduos com o diagnóstico clínico de AVC e no início de um protocolo de intervenção fisioterapêutica. Foram excluídos indivíduos com deficiências cognitivas graves. Os itens da Escala de Katz foram investigados juntamente com os voluntários e/ou seus acompanhantes. Resultados: Foram avaliados 14 voluntário, sendo 78,57% deles do sexo masculino. A média de idade entre os participantes foi de 59,8 ± 12,2 anos. A média do escore da Escala de Katz foi de 0,93 ± 1,49, com Índice de Confiança 95% (IC95%) de 0,06 a 1,80, sendo o erro padrão de 0,40. As áreas de funcionalidade com maior dependência na amostra foram o vestir-se e a continência urinária, seguida das transferências e uso do sanitário. Conclusão: A Escala de Katz pode ser sugerida com instrumento de avaliação da capacidade funcional de indivíduos pós- AVC, sendo necessários, no entanto, outros instrumentos para se medir a magnitude das deficiências que possam causar as limitações de tarefas apontadas pela escala.


Palavras-chave: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde; Acidente Vascular Cerebral; Fisioterapia

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