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4 resultado(s) para: classificação internacional de funcionalidade, acidente vascular cerebral, fisioterapia.

Avaliação da capacidade funcional pós Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Functional Capacity Assessment after Stroke

Zaqueline Fernandes Guerra MSc; Carla de Morais Eduardo; Pérsio Ramiro Moreira Vieira Júnior; Priscilla Alvim Soares

.2017;5(5):1-5 : Artigos Originais

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FUNDAMENTAÇÃO: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é um dano neurovascular que pode causar deficiências e limitações de tarefas, resultando em dependência funcional com impacto negativo na qualidade de vida. A capacidade funcional pode ser avaliada através de várias escalas e questionários, como a Escala de Katz, originalmente destinada a avaliar a capacidade funcional em idosos. OBJETIVO: Identificar a capacidade funcional de indivíduos pós AVC em estágio inicial de um protocolo de tratamento fisioterapêutico. MÉTODOS: Trata-se de estudo descritivo e transversal, com amostra de conveniência de indivíduos com o diagnóstico clínico de AVC e no início de um protocolo de intervenção fisioterapêutica. Foram excluídos indivíduos com deficiências cognitivas graves. Os itens da Escala de Katz foram investigados juntamente com os voluntários e/ou seus acompanhantes. RESULTADOS: Foram avaliados 14 voluntário, sendo 78,57% deles do sexo masculino. A média de idade entre os participantes foi de 59,8 ± 12,2 anos. A média do escore da Escala de Katz foi de 0,93 ± 1,49, com Índice de Confiança 95% (IC95%) de 0,06 a 1,80, sendo o erro padrão de 0,40. As áreas de funcionalidade com maior dependência na amostra foram o vestir-se e a continência urinária, seguida das transferências e uso do sanitário. CONCLUSÃO: A Escala de Katz pode ser sugerida com instrumento de avaliação da capacidade funcional de indivíduos pós- AVC, sendo necessários, no entanto, outros instrumentos para se medir a magnitude das deficiências que possam causar as limitações de tarefas apontadas pela escala.

Palavras-chave: classificação internacional de funcionalidade, acidente vascular cerebral, fisioterapia.

PEEP versus aspiração convencional na remoção de secreções em pacientes sob ventilação mecânica invasiva

PEEP versus conventional aspirations in removing secretions in patients under mechanical ventilation

Bruno Rabite Dornelas

.2015;3(3):1-8 : Artigos Originais

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OBJETIVO: Verificar o efeito da PEEP na remoção de secreções, na saturação de O2, na pressão arterial e na frequência cardíaca de pacientes sob ventilação mecânica invasiva quando comparada à aspiração convencional. MÉTODOS: Foi coletado as variáveis hemodinâmicas FC, SpO2, PAS e PAD antes e após a aspiração endotraqueal e manobra de PEEP/aspiração assim como a pesagem da secreção removida de pacientes de ambos os sexos que se encontravam na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus/JF que após a ausculta pulmonar apresentavam roncos. RESULTADOS: O valor médio da FC antes da realização da técnica de aspiração isolada foi de 89,8 ± 0,02 (média ± erro padrão), após aspiração 99,5 ± 0,02, após a realização da manobra de PEEP/aspiração 89,2 ± 0,02. A média SpO2 inicial foi de 0,95 ± 0,02, após aspiração 0,98 ± 0,02 e após manobra de PEEP/aspiração 0,987 ± 0,02. O peso médio após PEEP/aspiração foi 23,4 ± 0,02 e pós aspiração 21,5 ± 0,02. O valor na PAS e (PAD) inicial 122 ± 0,02 (79,5 ± 0,02), pós aspiração 131 ± 0,02 (82,0 ± 0,02) e pós PEEP/aspiração 125 ± 0,02 (80,8 ± 0,02). CONCLUSÃO: Os resultados indicam que a utilização da PEEP associada à aspiração para a remoção de secreções mostou-se mais efetiva, além de ter possivelmente colaborado para melhores padrões hemodinâmicos quando comparada a manobra de aspiração isoladamente.

Palavras-chave: Fisioterapia; Respiração Artificial; Respiração com Pressão Positiva

O efeito de técnicas de terapias manuais nas disfunções craniomandibular

Effect of manual therapy techniques in craniomandibular dysfunctions

Gláucia Rocha da Silva; Priscila Rosa Martins; Karla Aquino Gomes; Taís Resende Di Mambro; Nathália de Souza Abreu

Rev Bras Cien Med Saúde.2010;1(1):17-22 : Artigos Originais

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As técnicas de terapias manuais são amplamente utilizadas para o tratamento nas disfunções musculoesqueléticas, dentre elas, a técnica de Mulligan. Estas técnicas proporcionam muitos benefícios para os pacientes com disfunção craniomandibular (DCM) como, por exemplo, aumento da amplitude de movimento, relaxamento muscular e alívio da dor. Objetivos: Avaliar o efeito imediato da mobilização das vértebras cervicais na dor e na amplitude de movimento (ADM) da coluna cervical e da articulação têmporomandibular (ATM) nos pacientes com disfunção craniomandibular. Critérios de inclusão: Pacientes cadastrados na Clinica Escola de Fisioterapia que apresentem DCM. Pacientes que fizerem uso de analgésico e/ou relaxante muscular até 8 horas antes do procedimento de estudo e que apresentem hipermobilidade na região cervical ou na abertura da boca. Métodos: quatorze pacientes com DCM foram submetidos a uma avaliação da ADM da cervical e da abertura da boca e avaliação de dor na cervical e na ATM, antes e depois da mobilização vertebral da coluna cervical com a técnica Mulligan. Resultados: A amplitude de movimento aumentou significativamente para todos os movimentos, exceto para flexão. As variáveis dor e abertura da boca também melhoraram de forma significativa. Conclusão: a técnica Mulligan para mobilização cervical pode ser eficaz, a curto prazo, para aumentar a amplitude de movimento cervical e a abertura da boca e diminuir a dor na ATM e na coluna cervical.

Palavras-chave: cervicalgia, modalidades de fisioterapia, síndrome da disfunção da articulação temporomandibular.

Respostas agudas de variáveis cardiovasculares em pacientes hipertensos submetidos a um programa de exercícios terapêuticos

Responses to acute cardiovascular variables in hypertensive patients undergoing a program of therapeutic exercises

Danielle da Silva Pinto Henriques; Rodrigo da Silva Fernandes; Leandro Alberto Calazans Nogueira

Rev Bras Cien Med Saúde.2013;2(2):7-11 : Artigos Originais

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OBJETIVO: Avaliar os efeitos pós tratamento e os benefícios da participação de pacientes hipertensos num programa supervisionado de exercícios terapêuticos. MÉTODO: Os pacientes foram submetidos a uma avaliação cinético-funcional; medições de peso e altura; análise da freqüência cardíaca de repouso (FCR) e aferição da pressão arterial (PA). A intensidade de treinamento era feita através do cálculo da freqüência cardíaca de treinamento (FCT), estabelecida entre 60% e 75% da freqüência cardíaca de reserva (FCR), e o valor de VO2 indireto demarcado através do freqüencímetro de pulso. RESULTADOS: Houve redução dos valores de Freqüência cardíaca de repouso, Pressão arterial sistólica e Pressão sistólica máxima com significante aumento de VO2 indireto após o período de intervenção. CONCLUSÕES: O programa terapêutico supervisionado obteve índices significativos quanto a mudança aguda das variáveis cardiovasculares.

Palavras-chave: Hipertensão; Monitorização ambulatorial da Pressão arterial; Frequência Cardíaca; Serviço Hospitalar de Fisioterapia

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